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Revista Portuguesa de Cirurgia

versão impressa ISSN 1646-6918

Rev. Port. Cir.  no.22 Lisboa set. 2012

 

Editorial

José M. Schiappa

 

Começo por dar os parabéns e as boas vindas à “nova” equipa editorial. Parabéns pela nomeação e boas vindas por se juntarem a uma equipa que vai continuar, em grande parte, a trabalhar e a apoiar, sempre que necessário, com as ajudas que forem precisas e a entusiasmar-se com as novas ideias de trabalho. Para alguns é uma iniciação e para outros uma mudança de posição dentro do grupo de trabalho, bem merecida e devidamente ponderada.

A decisão de renovação tomada pela Direcção da SPC foi avisada e oportuna. De facto, em determinadas ocasiões, é conveniente mudar de ideias e tentar refrescar orientações; mesmo quando se tem obtido bons resultados, alturas há em que se deve considerar que novos desafios vão surgir e que poderá haver outros rumos a seguir. Isto não significa que as ideias aplicadas até aqui sejam abandonadas ou que estavam erradas; o que se pretende é continuar a usar o que se entendia estar bem e inovar, com a introdução de novas visões e ficando com outras escolhas disponíveis. Creio que esta mudança agora efectuada vem numa dessas ocasiões; todas as novas vias e visões devem ser exploradas para, mantendo o nível e a qualidade científica, aumentar o quadro de leitores interessados, interessar outros, e chegar a mais alguns. Alterações programadas e faseadas só podem melhorar as opções e os resultados.

Excelente ocasião para que isso aconteça foi esta, em paralelo com a informação, finalmente recebida e já anunciada, da aceitação de indexação da Revista na Base ScIELO, esperando todos nós que outras indexações se sigam.

Por outro lado, a renovação da equipa editorial foi também feita numa perspectiva de continuidade que possa permitir a manutenção e evolução lógica de pontos cruciais do processo e em breve se verão as mudanças já alinhavadas.

Seguramente que novas linhas de trabalho editorial vão surgir e que reflexões serão feitas quanto ao maior ou menor sucesso dessas orientações. Novas ideias serão postas em prática e a sua aceitação devidamente avaliada.

Também é seguro que todos os até agora envolvidos mais directamente continuarão a dar o contributo possível para garantir a continuidade do trabalho, ainda que com maior ou menor dificuldade atendendo às naturais mudanças da vida profissional e pessoal de cada um, que muito contribuíram, aliás, para coarctar disponibilidades nestes últimos tempos.

O que está garantido é a manutenção da coesão programática e do espírito de equipa e a consequente vontade de dar o melhor de cada um para o sucesso da Revista.

Quero ainda referir que, num exagero de generosidade, foi atribuído o título de “Editor Emeritus” aos anteriores Editores-Chefes, designação que, pela minha parte, muito me honra e que agradeço.

Procurarei não a desmerecer e continuarei a colaborar, com todo o gosto e vontade, sempre que a minha ajuda for solicitada e enquanto entendida como útil.

Como já mencionei em texto anterior, e o novo Editor-Chefe decerto informará com mais detalhe, há que responder a certas condições dos agentes indexadores, sabendo-se que a nova equipa já está a trabalhar em grande parte delas.

Uma dessas condições relaciona-se com a publicação de trabalhos originais, que deverão representar uma determinada percentagem de material científico da Revista; outras, se bem que mais subjectivas, têm que ver com a “qualidade científica”.

Os trabalhos originais são um ponto bem importante para o sucesso e interesse de qualquer Revista científica e são também a demonstração da verdadeira vitalidade de toda uma comunidade profissional.

É necessário que passemos a ver as novas gerações de cirurgiões empenharem-se nesta linha, entendendo o que ela significa, quer a nível geral, nacional ou internacional, quer a nível pessoal e institucional. Adiante explicitarei um pouco mais a importância que entendo dever ser atribuída a esta faceta do trabalho médico.

A produção científica, corolário do nosso trabalho, e base do avanço, quer científico quer assistencial, permite também sedimentar as ideias adquiridas ou desenvolvidas, demonstrar de forma substantiva os resultados que ouvimos mencionar em conversas informais nos corredores, provando, de forma clara, que há evidências solidamente baseadas a comprovar o que é feito e dito e, bem importante, é base do avanço nos cuidados que prestamos aos nossos doentes. Importante também é compreender que os trabalhos não têm obrigatoriamente que mostrar resultados positivos ou confirmadores de hipóteses; também podem ser demonstrativos de que estamos perante premissas erradas.

No entanto, a produção científica tem regras, algumas das quais difíceis de interiorizar numa cultura que não tem essa faceta como base e que não lhe dá, nos anos de formação, a devida importância, outras difíceis de aplicar nos condicionalismos que temos mas sendo todas elas ultrapassáveis. Da parte da Revista e da SPC há toda a vontade e disponibilidade para prestar a ajuda institucional aos interessados e existem planos para a concretizar melhor e de modo mais fácil.

Desde que haja interesse – a que se somam, por vezes, obrigações – disponibilidade para efectuar algum esforço e para utilizar algum tempo, os resultados surgirão; só há que lhes juntar, para além de uma retórica fácil, vaga e pouco consequente, as vantagens práticas.

O nível da produção científica – a tal “qualidade científica” dos indexadores – apresentada no decurso do nosso Congresso, sendo um tema recorrente, foi debatido com alguma intensidade no decurso da última Assembleia Geral da Sociedade.

Os que não tiveram a oportunidade de assistir a algumas das sessões científicas de apresentações científicas e de “cartazes científicos”, poderão ficar com uma ideia, se olharem com atenção para o Livro de Resumos então publicado.

Verifica-se aí – felizmente o panorama não é geral e há excelente trabalho feito e a decorrer – que existe uma produção condicionada a factores que importará clarificar e que, por isso mesmo, apresenta, em muitos casos, um nível baixo.

Que factores estão em jogo e o que se poderá fazer para melhorar o panorama?

Um dos factores foi já mencionado e – espero – poderá ser o mais fácil de ultrapassar: há uma grande falta de entendimento do que é o trabalho científico; isto quer quanto à sua essência, quer quanto à sua forma. Os cirurgiões jovens merecem mais e, conforme dito, a Revista e a SPC oferecem-se para, com a ajuda de todos quantos quiserem colaborar, criar condições para um melhor entendimento do que é a produção científica, permitindo, talvez, melhorá-la e aumentar o número de trabalhos e de envolvidos.

Outro factor está relacionado com a “necessidade” de apresentação de “trabalho científico”: sente-se que muito do que é feito tenta apenas preencher um CV para que possa responder ao que está estipulado, sabendo-se que os Júris nada mais fazem do mera contabilização dos itens apresentados em cada secção, seguindo-se contas de somar.

Este factor é mais difícil de ultrapassar; as orientações quanto aos vários elementos curriculares e à sua forma de avaliação não ajudam. Não há discriminação positiva quanto à parte de produção científica curricular, no que se refere ao que foi feito e à sua qualidade, e os Júris, de modo geral, estão pouco sensibilizados para a avaliarem da forma mais pormenorizada e detalhada; em grande parte porque também os seus elementos estão pouco imbuídos dessa visão.

Outro factor, ainda, está relacionado com a “cultura” das Instituições. Embora se saiba que faz parte intrínseca da nossa actividade (e das Instituições onde trabalhamos) a assistência, a educação e a investigação, a verdade é que, por inúmeras razões, a investigação (e muitas vezes também a educação) fica de fora dessa actividade.

Isto respeita a Hospitais e Departamentos que deveriam ter “obrigações” de formação e de trabalho estruturado; por muitas razões essa parte da vida hospitalar e profissional, com a produção científica, com a transmissão de conhecimentos e com a discussão “inter-pares”, de forma aprofundada e correcta, das opções tomadas, dos resultados e das inovações e orientações de investigação seguidas, fica afastada do dia a dia com perdas para todos os envolvidos. Não devemos esquecer que a investigação e a produção científica é passível de ser feita a qualquer nível institucional.

Em relação aos trabalhos enviados para o Congresso, há que notar que grande número de Resumos publicados no Livro de Resumos não parecem cumprir, de base, o estipulado nas regras tendo, por exemplo, indicação no resumo do local onde o trabalho foi efectuado, quebrando a regra do anonimato para apreciação, não tendo indicação sequencial dos vários itens obrigatórios de qualquer Resumo correctamente elaborado (introdução, métodos, resultados, conclusões), para além de outros pontos, havendo mesmo alguns que constam de 2 ou 3 linhas apenas, mal definindo um parágrafo. De notar que alguns destes pontos, por si sós, ditariam a exclusão automática do trabalho.

Não vou aqui tecer considerações sobre as responsabilidades por isto acontecer; estão dispersas por diversos níveis e deverão ser assunto para meditação dos próprios envolvidos, os autores, os responsáveis pelo seu treino, os responsáveis pelos Serviços, Departamentos e Instituições e a própria SPC. O que é um facto é que são recorrentes as queixas de revisores de trabalhos enviados, relativas ao facto de acabarem por ser aceites trabalhos recusados liminarmente por mais do que um revisor. Talvez seja um bom tema para uma discussão generalizada, em forma de Mesa Redonda, no próximo Congresso.

O valor científico dos Congressos e outros eventos médicos não reside só nas sessões principais, Mesas Redondas, Conferências, Exposições temáticas ou outras, mas também – e em grande parte – nas sessões de apresentações de trabalhos, posters e vídeos, para além das possibilidades de contactos pessoais e de informação personalizada, o que deve estar na mente dos mais velhos e deve ser motivo para tentar aproximação – para entendimento mútuo – com as mais recentes gerações. É essa faceta que mantém valor e interesse a estes eventos, em contraponto às teleconferências e organizações baseadas apenas em transmissões via informática onde falta o factor de contacto humano directo.

Os motivos pelos quais se nota hoje uma certa falta de presenças são, não só económicos mas também de desânimo e de frustração; alguns temas são repetitivos, outros são abordados sistematicamente por um grupo restrito de palestrantes e o espaço dedicado às questões e à discussão é também, habitualmente, muito limitado, ou mal utilizado. O desinteresse vai-se instalando.

Também aqui há espaço para que se tente compreender o que não está a correr bem nestas Reuniões e o que é que, verdadeiramente, é desejado e procurado pelos cirurgiões em treino. Haverá algumas ideias sobre isto mas falta o seu aprofundamento e a vontade de quebrar tradições e de inovar.

Estou convencido de que surpresas bem agradáveis surgirão quando se ousar dar esses passos de reconversão.

A informação enviada recentemente a todos os sócios pela Direcção da Sociedade deixa entrever mudanças na estrutura geral do Congresso, que poderão corresponder a novos rumos, com possíveis repercussões no que mencionei anteriormente. Esperemos, contudo, que se mantenham os contactos internacionais, se possível, com representação inter-societária, que se me afiguram cruciais.

A questão é que tudo isto leva a que a nova geração de cirurgiões sinta um grande sentimento de estarem a ser afastados em relação a uma participação activa na vida científica da nossa cirurgia e, ao protelar esta integração – que deveria ser feita de forma progressiva, activa, motivadora e “salutar” –, está-se a atrasar, espero que não irremediavelmente, uma renovação que não só é mandatória, como tem que se efectuar com uma dinâmica construtiva e alargada; temo que, eventualmente, se possa estar a afastar, definitivamente, alguns deles da participação profícua e importante na SPC.

Numa outra linha, diferente mas relacionada, gostaria de compartilhar alguns pontos sobre os quais tenho pensado bastante. São considerações sobre trabalho científico e educacional e de representação da nossa cirurgia.

Condicionalismos de vária ordem deram-me boas oportunidades, com a atribuição de posições internacionais que, sem descurar a sua base implícita de trabalho, procurei utilizar, sempre que possível, em favor da cirurgia portuguesa.

Infelizmente fui verificando, desde há muito, a dificuldade em conseguir esse propósito. De modo geral, o que pretendia em primeiro lugar, era tentar obter maior presença nacional nas várias actividades científicas com que fui deparando, procurando também, quando chegada a ocasião, fazer-me substituir por nomes mais jovens da nossa cirurgia.

Considero uma presença portuguesa a nível internacional absolutamente necessária e, nalguns casos, vejo mesmo áreas onde há possibilidades muito positivas de envolvimento que poderia ser muito profícuo e que poderia dar bons frutos.

Grande número destas actividades está relacionada com participação em projectos internacionais e multicêntricos, de índole variada mas, quase sempre, muito bem preparados e bem baseados cientificamente, permitindo boas perspectivas de trabalho dos envolvidos, dos centros e instituições onde se encontram e com desenvolvimento muito provável de trabalho de grupo, de chamada de mais novos ainda aos projectos e à exposição à investigação clínica, e ainda oferecendo possibilidades de enfrentar e perceber o espírito científico. Para já não falar dos futuros contactos possíveis, com troca de pessoas e de conhecimentos e com trabalho conjunto, situações que advêm, naturalmente, depois de começados os trabalhos e de estabelecidas relações de confiança.

O trabalho e a satisfação obtida por esta participação internacional não se trata simplesmente de ter o nome num programa científico ou numa Comissão qualquer de uma destas Sociedades; trata-se de participar, empenhadamente. Pode tirar bastante tempo, com prejuízos pessoais, e dá trabalho, é certo, mas podem crer que também dá muito prazer. Aprende-se sempre e muito, a todos os níveis. Relações pessoais, aprendizagem de maneiras de estar e de actuar conforme diferentes nacionalidades e culturas, afinidades e diferenças, boas e más opções quanto à abordagem de determinados problemas e muito mais.

Deverá ser esta a “porta de entrada” para as gerações mais novas?

Vejo este caminho como difícil, à partida e neste momento. Haverá que começar por outro lado mas para que isso aconteça há condicionantes a preparar.

Nas Sociedades mais diferenciadas, as escolhas para posições nas mesmas e para participação activa nos seus eventos científicos são feitas em primeiro lugar pelo envolvimento que os nomes sugeridos têm na respectiva área, baseando-se sobretudo na produção científica, que é pesquisada, imediatamente, nas várias bases de dados internacionais (mais uma razão para a importância de termos a nossa Revista indexada). Actualmente, a nossa baixa produtividade científica, e uma falta de visão internacional sob o ponto de vista institucional, torna difícil a tentativa de promoção de novos nomes nacionais. Para além disso, é necessário que a produção científica que existe seja conhecida e devidamente divulgada, mesmo entre nós.

Se olharmos para os nomes de jovens cirurgiões a despontar no panorama europeu, sejam de que país forem, e cada vez mais diversos são, veremos facilmente que existe um padrão comum que explica o que acabo de dizer. Boa capacidade de comunicação, fluência na apresentação, e produção científica inovadora ou seguindo as linhas dos seus mentores e dos seus Departamentos. Teremos de acompanhar estas linhas para conseguir manter um lugar, mesmo que pequeno, na cirurgia europeia.

A prova de que há bom trabalho a ser feito, e pessoas com as capacidades acima referidas, tive-a há pouco tempo numa reunião científica que teve lugar em Lisboa, em que participaram os capítulos português e de Nova Jérsia, do Colégio Americano de Cirurgiões. As apresentações foram alternadas e dois grupos nacionais apresentaram, através de jovens cirurgiões investigadores, as linhas de trabalhos em curso; à medida que as apresentações iam sendo feitas podia-se ler nas caras dos norte-americanos primeiro a surpresa e depois o interesse pelo que estava a ser comunicado. E não só a discussão, como as conversas durante o almoço, mostraram bem como tinham ficado impressionados pela qualidade e interesse das apresentações feitas. Conforme mencionado, o trabalho existe, o caminho está traçado e só é preciso tê-lo mais povoado.

Dados os passos para iniciar a participação mais regular na cena internacional poderemos antever mais acção prática, sobretudo nalgumas Sociedades que, menos diferenciadas cientificamente, têm grande potencial de entusiasmo e de crescimento e onde se poderá ter trabalho mais envolvente.

As recomendações serão:

Participar em Comissões, se possível;

Escolher ou aceitar trabalho viável que se seja capaz de fazer (isto sobretudo se o trabalho não for fácil e houver poucos interessados);

Participar em trabalhos multicêntricos tendo em atenção que haverá compromissos daí dependentes cujo controle não estará, muitas vezes, totalmente nas nossas mãos (nesses casos, deve-se aceitar condicional- mente a tarefa e só a confirmar depois de saber se as instituições e os colegas de que se poderá necessitar estão disponíveis);

Envolver e entusiasmar personagens chave da instituição após a confirmação do trabalho;

Envolver e entusiasmar os elementos mais jovens e promissores do Departamento; são o futuro e a participação numa fase precoce da carreira em trabalhos deste tipo marca muito positivamente os anos que seguem;

Manter princípios de absoluta lealdade e correcção em actuação científica.

Tudo isto deve ser complementado por uma política geral, quer das Instituições Universitárias, Hospitalares ou das Sociedades Científicas, de maior abertura internacional.

É tempo de, mesmo em fase de “crise”, haver da parte das Instituições de saúde, de educação e de desenvolvimento científico, uma mudança de política e reconhecer a importância da formação e produção científica; não se trata de patrocinar todas as deslocações, de forma acrítica e não controlada, mas de patrocinar aquelas em que vai haver participação efectiva com apresentações ou outro envolvimento científico directo.

É necessário, ainda que difícil, encontrar formas de incentivar estas deslocações e criar as condições para que sejam efectuadas sem grandes constrangimentos, percebendo quais as vantagens que virão para todas as partes interessadas.

Isto não apenas para participação em eventos científicos, mas também – muito mais importante ainda, creio – para permanências em Centros de Referência por períodos prolongados; as visitas curtas são de pouco interesse prático em fase de formação e só podem ser úteis para responsáveis que necessitem de perceber alguns detalhes de funcionamento das mesmas, se houver oportunidade real de criar unidades semelhantes.

É preciso que haja uma definição e avaliação cuidadosa e detalhada de que Centros são, ou podem vir a ser, os indicados para esses períodos de treino, aos quais se seguirão, previsivelmente, oportunidades de cooperação. É neste tipo de acções que se deverá investir – Ministério da Saúde, Universidades, Instituições, Sociedades científicas ou outras entidades – quer directamente, quer através da instituição de Bolsas ou Prémios adequados.

Da parte dos Internos é preciso que haja, além do mais, algum espírito de sacrifício e de missão para que, com alguma vontade de todos, possamos vir a ver alguma promoção, mais generalizada mas, seguramente, merecida.

Esta é a minha visão do caminho a seguir e acredito nela, muito sinceramente. O futuro já está presente e não se compadece com hesitações ou atrasos, sejam quais forem as razões.

Todos beneficiaremos e agradeceremos se este caminho for seguido para o sucesso.

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