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Revista Portuguesa de Cirurgia

versão impressa ISSN 1646-6918

Rev. Port. Cir.  no.22 Lisboa set. 2012

 

Página da SPC

Nuno Abecassis

 

Meus caros amigos

Apesar de estarmos em período de férias a nossa Sociedade encontra-se em plena revolução de modo a poder adaptar-se, sobreviver e crescer durante o período conturbado porque passamos.

A primeira notícia que vos queria dar é que a página da Sociedade na internet (www.spcir.com) foi completamente remodelada por acção dos membros da Direcção encarregues de o implementar (Drs. Gil Gonçalves, Hugo Pinto Marques e Jaime Vilaça) em conjunto com um novo responsável pela sua administração (a empresa Refresh Bubbles). O objectivo foi dinamizar este veiculo de comunicação da SPC com os seus sócios e torná-lo no principal meio de circulação de informação de e para a Sociedade. É claro que o sucesso desta acção depende completamente da vossa participação e interesse. É fundamental que visitem o site, façam críticas e sugestões e nos facultem os vosso endereços electrónicos de modo a potenciar as capacidades técnicas agora instaladas. Outra das iniciativas que a nova página vai mediar é a refiliação de todos os sócios nos vários capítulos da Sociedade de modo a que seja possível saber-se quem é e onde está quem se interessa pelas várias vertentes da nossa especialidade. A nova página terá capacidade para ter informação em suporte vídeo e albergar bases de dados nacionais de actividade cirúrgica que os vários capítulos queiram implementar. Estão pois criadas condições para que se dê um salto qualitativo muito importante na actividade e acessibilidade da nossa Sociedade. Cabe a cada um de nós utilizar e potenciar este veículo de modo a rentabilizar ao máximo as suas possibilidades para bem da Cirurgia Portuguesa.

Também o Congresso Nacional sofreu profundas alterações de modo a diminuir gastos tentando simultaneamente melhorar a qualidade científica da reunião magna da Cirurgia nacional. Vamos mudar de local para o Centro de Congressos do Centro Cultural de Belém e reduzir 1 dia à sua duração. O congresso decorrerá de 3 a 5 de Março de 2013 e o programa científico iniciar-se-á na tarde de Domingo, sendo que desde sexta feira até à manhã de Domingo decorrerão como habitualmente os Cursos pré Congresso. Foi também reduzido para 4 o número de salas em funcionamento simultâneo o que condiciona uma redução do número de sessões da comunicações livres. A selecção das comunicações apresentadas nas várias sessões será da responsabilidade de júris nomeados pelos respectivos capítulos da Sociedade ou pela Direcção em áreas não cobertas pelos capítulos existentes. O júri respectivo e a mesa das diferentes sessões elegerá uma comunicação como a melhor e o conjunto destas comunicações constituirá a última sessão do Congresso em que serão apresentadas duma forma não competitiva. A apresentação dos resumos das comunicações ao Congresso terá que ser feita por via electrónica para a página da Sociedade, com um limite de 250 palavras e até 1 de Dezembro de 2012. Os resumos que não obedecerem às regras de apresentação não serão enviados aos júris de selecção. Haverá um novo tipo de sessões chamadas de posters orais em que a apresentação será feita em 3 minutos com 2 minutos de discussão. Manter-se-ão as apresentações poster e vídeo. O esquema de sessões gerais do Congresso será modificado privilegiando-se as mesas redondas em que o tempo de discussão iguale o da apresentação de comunicações, versando temas candentes de interesse para a maioria dos cirurgiões gerais. Haverá ainda conferências e sessões de discussão de casos clínicos. Como devem calcular esta compactação do Congresso vai exigir de todos o maior escrúpulo no cumprimento das regras, desde o modo de redacção dos resumos, ao cumprimento dos prazos de submissão, ao rigoroso cumprimento dos tempos de apresentação, à aceitação das decisões dos júris de selecção, sabendo que o seu único fito é a melhoria da qualidade da Cirurgia em Portugal. Esperamos chegar ao fim do próximo Congresso com a convicção de ter feito mais com menos meios.

Finalmente queria mais uma vez chamar a atenção de todos para o carinho e empenho que deve merecer de todos nós a Revista Portuguesa de Cirurgia. Ela tem sido para nosso orgulho o espelho da produção científica da Cirurgia Portuguesa. A sua continuidade depende do fluir dessa produção e as nascentes são cada um dos cirurgiões portugueses e os Serviços em que trabalham. É necessário e relevante no currículo de cada um de nós as contribuições que de qualquer modo conduzam ao preenchimento das páginas da nossa Revista.

Um abraço do V. Secretário-Geral.

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