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Motricidade

versão impressa ISSN 1646-107X

Motri. vol.14 no.2-3 Ribeira de Pena out. 2018

 

ARTIGOS

Avaliação das assimetrias propulsivas em nado livre: ferramenta e diagnóstico para o processo de treino.

Raul F. Bartolomeu1,2, Pedro Rodrigues1, Jorge E. Morais2,4, Daniel A. Marinho3,4, Mário J. Costa1,2, Tiago M. Barbosa2,4,5

1 Instituto Politécnico da Guarda, Guarda, Portugal;

2 Instituto Politécnico de Bragança, Bragança, Portugal;

3 Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal;

4 Centro de Investigação em Ciências do Desporto, Ciências da Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Portugal;

5 Nanyang Technological University, Singapura


 

Introdução
Atualmente já é possível adquirir no mercado sensores de pressão que se colocam nas mãos e/ou pés de onde se derivam as forças propulsivas com a possibilidade de se detetarem possíveis assimetrias. Foi objetivo do presente estudo ter uma compreensão clara de tais assimetrias num ambiente ecologicamente válido (p.e., nado dinâmico em vez de nado amarrado).

Métodos
Um nadador do sexo masculino com 15 anos, medalhado a nível nacional realizou aleatoriamente três sprints de 25m à velocidade máxima em três variantes do nado de crol: completo (C), só com membros superiores (MS) e só com membros inferiores (MI). A medição da força propulsiva em cada uma das condições foi efetuada com recurso a um sistema de monitorização (Aquanex System, DU2V, STR, EUA). Como variáveis definiram-se: o pico de força, a força média, o índice de assimetria (IS) como descrito por Robinson et al (1987), a velocidade média (v) e a frequência gestual (FG).

Resultados
Os resultados estão apresentados na tabela 1.

 

 

Discussão
A única simetria superior a 10% verificou-se no valor médio de propulsão no nado de pernas, sugerindo-se a necessidade de um maior trabalho ao nível de coordenação e reforço muscular. A maior média de força exercida e a menor frequência gestual na condição MI comparativamente a C, sugere que há um potencial da pernada que não é aproveitado durante o nado completo, apontando a necessidade de treino de coordenação MS/MI para se poder tirar o melhor proveito da propulsão da pernada.

 

REFERÊNCIAS

Robinson, R. O., Herzog, W., & Nigg, B. (1987). Use of force platform variables to quantify the effects of chiropractic manipulation on gait symmetry. Journal of manipulative and physiological therapeutics, 10(4), 172-176.         [ Links ]

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