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Nascer e Crescer

versão impressa ISSN 0872-0754

Nascer e Crescer vol.24  supl.2 Porto dez. 2015

 

RESUMO DOS POSTERS / POSTERS PRESENTATIONS - ABSTRACTS

 

PD_25

Má evolução ponderal – proposta de protocolo de atuação

 

 

Inês Maio1, Joana Correia1, Sara Correia2, Mónica Tavares1, Fátima Pinto3

1 Serviço de Pediatria do Centro Materno Infantil do Norte, Centro Hospitalar do Porto
2 Unidade de Saúde Familiar de Ramalde, ACeS Porto Ocidental
3 Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados do ACeS Porto Ocidental

 

 

Introdução: A Unidade Coordenadora Funcional da Mulher, da Criança e do Adolescente (UCF) tem como missão promover a cooperação regular entre profissionais e a articulação e complementaridade entre os vários serviços do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente através da realização de reuniões de trabalho ao nível dos cuidados de saúde primários e hospitalares, e fomentar a celebração e implementação de protocolos e a promoção da elaboração e implementação de normas de boa conduta. A Má Evolução Ponderal (MEP), distúrbio caracterizado por um aumento de peso inferior ao esperado em crianças com menos de 2-3 anos de idade e com uma prevalência de 5-10% nos países desenvolvidos, é um motivo frequente de referenciação à consulta de Pediatria Geral. Devido à grande influência dos fatores psicossociais nesta entidade de fisiopatologia complexa, apenas em 20% dos casos será possível obter um diagnóstico etiológico.

Metodologia: Fez-se uma revisão da literatura presente na base de dados da Pubmed com os termos “Failure to Thrive” e “Fallo de medro”, a partir da qual se elaborou um protocolo de atuação, que posteriormente foi revisto e aprovado pela direção do Serviço de Pediatria do CMIN e pelo conselhos clínicos dos ACeS Porto Ocidental e Gondomar.

Resultados/Conclusão: Este documento de consenso, delineado no contexto e âmbito da UCF, aplica-se à abordagem da MEP, numa filosofia de articulação e complementaridade, definindo atuações nos dois patamares com o objetivo máximo de fomentar as boas práticas, obter ganhos na saúde infantil e no bem-estar das famílias e diminuir gastos em saúde, reduzindo os custos com exames de diagnóstico desnecessários e com referenciações dispensáveis à consulta hospitalar.

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