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Nascer e Crescer

versão impressa ISSN 0872-0754

Nascer e Crescer vol.23  supl.3 Porto nov. 2014

 

POSTERS

 

PM-18

Comportamento alimentar e auto imagem corporal em adolescentes de ensino secundário

 

 

Patrícia CarvalhoI; Ana CarneiroI

IUnidade Local de Saúde do Alto Minho

 

 

Introdução: A preocupação com a imagem corporal tem sido transmitida pelos adolescentes e muito incentivada pelos meios de comunicação social e grupos de pares. A sociedade vai impondo os critérios que os jovens devem cumprir para afirmarem a sua identidade. A imagem corporal é o reflexo dessa identidade, condicionando frequentemente o comportamento alimentar.

Método: Foram selecionados aleatoriamente alunos de 2 escolas de ensino secundário das áreas de Científico-Nacional e Letras. Cada estudante respondeu a um questionário de auto-preenchimento (EAT 26) complementado com questões relativas a dados antropométricos (referidos pelos próprios) e a prática de exercício físico.

Resultados: Responderam sob anonimato 156 alunos (75 raparigas, 81 rapazes), com idade m édia de 16,2 anos (mediana 16 anos), a frequentar o ensino secund ário (10º ano-32%; 11º ano-27%; 12 º ano-41%). Verificou-se que 4 % dos rapazes e 9% das raparigas apresentam comportamentos alimentares inadequados (resultado superior ou igual a 20). Alunos da área de Ciências apresentaram também resultados significativamente superiores no questionário, quando comparados com os alunos da área de Letras. Não se verificou uma relação estatisticamente significativa entre o IMC e resultados mais elevados no questionário EAT. Quanto à prática de atividade física, apenas 57% realizam exercício físico regular (atividade física moderada 3 ou mais vezes por semana), não se verificando uma diferença significativamente estatística entre as 2 áreas de formação, bem como com o resultado do questionário.

Conclusão: Com a apresentação deste estudo os autores pretendem alertar para a importância de avaliar precocemente o risco de ocorrência de perturbações do comportamento alimentar nos jovens, com o objetivo de orientar para profissionais especializados os casos que necessitem de interven ção e rastrear possível psicopatologia associada.

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