SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.29 número4Protecção de Superfícies de Cobre por monocamadas auto-montadas de ácidos fosfónicosAlgumas considerações sobre a teoria da passivação índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

  • Não possue artigos similaresSimilares em SciELO

Compartilhar


Corrosão e Protecção de Materiais

versão impressa ISSN 0870-1164

Corros. Prot. Mater. v.29 n.4 Lisboa out. 2010

 

Avaliação da Resistência à Corrosão e das Propriedades Mecânicas do Aço Inoxidável Martensítico Contendo 15% de Crómio em Meio de H2S e CO2

 

Sonia M. C. Souza(1), Cássio Barbosa(1)(*), Robson Centeno(1), Ibrahim Abud(1) e Olga Ferraz(1)

(1) Instituto Nacional de Tecnologia, Avenida Venezuela, 82, CEP 20.081-312, Rio de Janeiro, Brasil

(*) A quem a correspondência deve ser dirigida, e-mail: cassio.barbosa@int.gov.br

 

RESUMO

A microestrutura, propriedades mecânicas e resistência à corrosão de um aço inoxidável martensítico contendo 15 % de crómio foram investigadas. O desempenho do material foi realizado sobre amostras previamente submetidas a determinadas condições, ar e meio corrosivo (H2S e CO2) à temperatura ambiente e 190 ºC, por meio de microscopia ótica (MO), microscopia electrónica de varrimento (MEV), dureza, ensaios de corrosão uniforme e localizada (fendas e picadas) e ensaios de tracção sob uma baixa velocidade de deformação. Os resultados mostram que o material tem uma fractura dúctil, uma ausência de picadas ou fissuras mesmo em condições mais agressivas, e as propriedades mecânicas em condições severas são análogas às obtidas ao ar, o que o torna apto a ser utilizado em oleodutos ou gasodutos.

Palavras-Chave: Corrosão, Microestrutura, Propriedades Mecânicas, Aço Inoxidável Martensítico

 

Evaluation of Corrosion Resistance and Mechanical Properties of Martensitic 15 % Chromium Stainless Steel in H2S and CO2 Environment

ABSTRACT

The microstructure, mechanical properties and corrosion resistance of a 15 % chromium martensitic stainless steel have been investigated. Material evaluation was carried out on samples subjected to previous conditions, air and in corrosive environment (H2S e CO2) at room temperature and 190 ºC, by means of optical microscopy (OM), scanning electron microscopy (SEM), hardness, uniform and local (pitting and crevice) corrosion tests and tensile tests under slow strain rate. The results show that material has ductile fracture, a lack of pits or cracks even in the most aggressive conditions, and mechanical properties in aggressive environment close to the same properties achieved in air, which makes suitable to be applied in oil or gas line.

Keywords:Corrosion, Microstructure, Mechanical Properties, Martensitic Stainless Steel

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text only available in PDF format.

 

REFERÊNCIAS

[1] L. Colombier et J. Hochmann (Aciers Inoxydables Aciers Réfractaires), 12 ª Édition, Du-noud Éditeur, Paris, France (1965).

[2] S. Coelho, C. Barbosa, R. Centeno and I. Abud(Corrosion resistant alloys for ultra deep water petroleum production applications) in Proceedings of Duplex 2007 International Conference & Expo, AIM (Associazione Italiana di Metallurgia), June, Grado, Italy (2007).

[3] L. Schäfer, J. Nucl. Mater., v. 258-263, 1336 (1998).        [ Links ]

[4] ASTM E3-01. (Standard Guide for Preparation of Metallographic Specimens), American Society for Testing Materials (ASTM), Philadelphia, USA (2001).

[5] ASTM E407-99. (Standard Practice for Microetching Metals and Alloys), American Society for Testing Materials (ASTM), Philadelphia, USA (1999).

[6] ISO 6507-1:2005. (Metallic Materials – Vickers Hardness Test. Part 1: Test Method), ISO, Geneve, Switzerland (2005).

[7] ASTMG1-90 (1999). (Practice for Preparing, Cleaning, and Evaluating Corrosion Test Specimens), American Society for Testing Materials (ASTM), Philadelphia, USA (1999).

[8] ASTM G31-72 (1999). (Standard Practice for Laboratory Immersion Corrosion Testing of Metals), American Society for Testing Materials (ASTM), Philadelphia, USA (1999).

[9] ASTM G48-03. (Standard Test Methods for Pitting and Crevice Corrosion Resistance of Stainless Steels and Related Alloys by Use of Ferritic Chloride Solution), American Society for Testing Materials (ASTM), Philadelphia, USA (2003).

[10] NACE Standard MR 0175/ISO 15156. (Petroleum and natural gas industries—Materials for use in H2S-containing environments in oil and gas production), NACE, Houston, USA (2003).

[11] NACE Standard TM 0198-98. (Slow Strain Rate Test Method for Screening Corrosion-Resistant Alloys (CRAs) for Stress Corrosion Cracking in Sour Oilfiled Service), NACE, Houston, USA (1998).

[12] N. E. Hamner (Corrosion Data Survey – Metals Section), Fifth edition, NACE, Houston, USA (1974).

[13] I. I. Vasilenko, M. F. Aleksenko, C. D. Levitskaya, A. I. RadkeVvich and Z. N. Mukhina, Mater. Sci., 18, 6, 491 (1983).

[14] M. Ueda, H. Amaya, K. Ogawa, K. Kondo and T. Mori (Corrosion Resistance of Weldable Super 13Cr Stainless Steel in H2S Containing CO2 Environments) in Proceedings of Corrosion 96, NACE International, March, Denver, USA (1996).

[15] S. Hashizume, T. Takaoka, Y. Minami and Y. Ishizawa (Corrosion Resistance of 15% Cr Stainless Steel for OCTG), in Proceedings of Corrosion 92, NACE International, April, Nashville, USA (1992).

[16] S. Hashizume, T. Takaoka, Y. Minami, Y. Ishizawa and T. Yamada (A New 15 Percent Cr Stainless Steel Developed for OCTG), Defense Technical Information Center OAI-PMH Repository, Report Nº D273641, USA (1998).

[17] M. Kimura, T. Tamari, Y. Yamazaki and K. Sakata (Development of new 15Cr stainless steel OCTG with superior corrosion resistance), in Proceedings of Corrosion 2005, NACE International, April, Houston, USA (2005).

 

Artigo submetido em Julho de 2008 e aceite em Janeiro de 2010