SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
 número182Resposta à recensão de Joaquim Aguiar «O discurso do eleitorado»Prometeu, Ptolemeu, Pigmalião e alguns pigmeus índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

  • Não possue artigos similaresSimilares em SciELO

Compartilhar


Análise Social

versão impressa ISSN 0003-2573

Anál. Social  n.182 Lisboa jan. 2007

 

Resposta à recensão de Joaquim Aguiar «O discurso do eleitorado»

 

André Freire*

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text only available in PDF format.

 

1 Digo supostamente porque são referidas outras abordagens em Modelos do Comportamento Eleitoral (as «teorias sobre as novas clivagens»), as quais são também testadas nos outros livros.

2 V., entre inúmeros exemplos possíveis, Mark Franklin et al. (orgs.) (1992), Electoral Change. Responses to Evolving Social and Attitudinal Structures in Western Countries, Cambridge, Cambridge University Press, Terry N. Clark e M. Lipset Seymour (orgs.) (2001), The Breakdown of Class Politics. A Debate on Post-Industrial Stratification, Baltimore, The John Hopkins University Press, e P. Nikiforos Diamandouros e Richard Gunther (orgs.) (2001), Parties, Politics, and Democracy in New Southern Europe, Baltimore, The John Hopkins University Press.        [ Links ]

3 Giovanni Sartori, «From the sociology of politics to political sociology», in Martin Lipset Seymour (org.), Politics and the Social Sciences, Oxford University Press, 1969.

4 Nesta linha, sugerida como tópicos de uma nova agenda de investigação em Modelos do Comportamento Eleitoral (p. 144), v., por exemplo, Pippa Norris (2004), Electoral Engineering: Voting Rules and Political Behavior, Cambridge, Cambridge University Press, André Freire, Marina C. Lobo e Pedro Magalhães (2005), «Left-right and the European Parliament vote in 2004», comunicação apresentada no encontro anual da American Political Science Association (APSA), 1 a 4 de Setembro, Washington, DC, DIVISION 36-12 (Co-sponsored by DIVISION 15-21): Elections and Voting Behaviour.

5 Nesta linha, v., por exemplo, André Freire e Marina C. Lobo (2005), «Economics, ideology and vote: Southern Europe, 1985-2000», in European Journal of Political Research, vol. 44 (4), pp. 493-518, e Jacques Thomassen (ed.) (2005), The European Voter. A Comparative Study of Modern Democracies, Oxford, Oxford University Press. Este último estudo capitaliza com a acumulação longitudinal de inquéritos académicos sobre as atitudes e comportamentos dos eleitores para estudar o impacto das diferentes condições sociais, políticas e institucionais (específicas para cada eleição em cada país) sobre as atitudes e comportamentos dos eleitores. Tal só foi possível porque aquilo que em Portugal só começou em 2002 já tem um vasto lastro temporal na Grã-Bretanha, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Suécia e Noruega — tais inquéritos regulares iniciaram-se por volta dos anos 1960-1970.

6 V. J. Klatzmann (1966), «Comportement electoral et classes sociales», in R. Boudon e P. Lazarsfeld (orgs.), L'Analyse empirique de la causalité, Paris, Mouton, L. I. Langbein e A. J. Lichtman (1978), Ecological Inference, Newbury Park, Sage, e G. King (1997), A Solution to the Ecological Inference Problem: Reconstructing Individual Behavior from Aggregate Data, Princeton, Princeton University Press.

 

* Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.

Creative Commons License Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons