SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
 número182Sobre «o discurso do eleitorado»Resposta à recensão de Joaquim Aguiar «O discurso do eleitorado» índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Serviços Personalizados

Journal

Artigo

Indicadores

Links relacionados

  • Não possue artigos similaresSimilares em SciELO

Compartilhar


Análise Social

versão impressa ISSN 0003-2573

Anál. Social  n.182 Lisboa jan. 2007

 

Resposta à recensão de Joaquim Aguiar «O discurso do eleitorado»

 

Marina Costa Lobo*

 

Texto completo disponível apenas em PDF.

Full text only available in PDF format.

 

1 O estudo eleitoral britânico é, na Europa, o projecto mais antigo e consolidado de estudo das eleições, tendo começado em 1962. Na última eleição de 2005 foram realizados três inquéritos a um painel com 3500 inquiridos. O primeiro ocorreu no período pré-eleitoral, o segundo no período pós-eleitoral e o terceiro um ano após a eleição. Além disso, as amostras no País de Gales e na Escócia foram reforçadas para se poder depois estudar essas regiões com amostras representativas. Para esta informação, v. site do British Election Study www.essex.ac.uk/bes/.

2 Lazarsfeld et. al. (1944), The People's Choice, Nova Iorque, Columbia University Press; B. Berelson et al. (1954), Voting, Chicago, University of Chicago Press.        [ Links ]

3 A. Campbell, P. Converse, W. Miller e D. Stokes (1960), The American Voter, Chicago, University of Chicago Press.

4 Id., ibid., p. 25.

5 J. Curtice (2003), Pesquisar e Estudar mudança eleitoral na Grã Bretanha, n.º 167, vol. xxxviii, p. 515.

6 J. Gaspar e I. André (1990), Geografia Eleitoral — colectânea de artigos, Lisboa, CEG Lisboa.

7 W. S. Robinson, «Ecological correlations and the behaviour of individuals», in American Sociological Review, xv, Junho de 1950, pp. 351-357.

8 Id., ibid., p. 5.

9 D. Sanders (2000), «The real economy and the perceived economy in popularity functions: how much do the voters need to know? A study of British data, 1974-97», in Electoral Studies, 19 (2/3), p. 291.

10 V., por exemplo, nosso artigo, A. Freire e M. C. Lobo, «Economics, ideology and vote: Southern Europe, 1985-2000», in European Journal of Political Research, vol. 44, n.º 4, p. 518.

11 V., por exemplo, A. Fink (1995), How to sample in surveys, Londres, Sage, F. Fowler (2002), Research Methods, Londres, Sage, e R. Czaja, Designing Surveys, a Guide to Decisions and Procedures, Pine Forge Press.

12 E. Noelle-Neumann (1995), La espiral del silencio — opinión publica nuestra piel social, Barcelona, Paidós.

13 J. Thomassen (2005), The European Voter, Oxford, OUP. As democracias incluídas no livro são a Alemanha, a Dinamarca, a Holanda, a Noruega, o Reino Unido e a Suécia.

14 Projecto «Comportamento Eleitoral e Atitudes Políticas dos Portugueses».

15 Existem dezenas de livros e artigos que analisam o impacto do contexto institucional sobre o comportamento de voto. Menciono apenas dois a título exemplificativo: J. Curtice (no prelo), «O impacto das avaliações dos líderes no comportamento de voto: qual a importância das regras?», in A. Freire, M. C. Lobo e P. Magalhães «Eleições e Cultura Política: Portugal no Contexto Europeu, Lisboa, ICS, e P. Norris (2004), Electoral Engineering — voting rules and political behaviour, Cambridge, CUP.

 

* Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Creative Commons License Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons