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Portuguese Journal of Public Health

versión impresa ISSN 2504-3137versión On-line ISSN 2504-3145

Resumen

SIMOES, Ana Lúcia; FERREIRA, Pedro Lopes  y  DOURADO, Marília. Medição da autonomia em atividades da vida diária. Port J Public Health [online]. 2018, vol.36, n.1, pp.1-7. ISSN 2504-3137.  http://dx.doi.org/10.1159/000492139.

Introdução: As atividades da vida diária constituem o nível mais básico de autonomia, que permitem a participação no dia-a-dia em termos de sobrevivência e bem-estar básicos. Neste trabalho, focaremos a necessidade de avaliar as atividades da vida diária em cuidados continuados e paliativos. - Objetivo: Descrever e comparar instrumentos de medição de atividades da vida diária. - Material e métodos: Pesquisa bibliográfica de instrumentos de medição de atividades de vida diária, em inglês e português, entre 1980 e 2017, nas bases de dados científicas reconhecidas para este efeito. - Resultados: Encontraram-se seis instrumentos de medição e, para cada um, identificou-se o número de perguntas e dimensões avaliadas, as propriedades psicométricas e a exis­tência de versão portuguesa validada. - Discussão: Todos os instrumentos são preenchidos pelo profissional, por observação direta, e avaliam os autocuidados. Vestir/despir, alimentação e mobilidade são atividades comuns a todos, havendo outras específicas de apenas uma escala. - Conclusão: As dimensões vestir/despir, alimentação e mobilidade são as mais avaliadas. Apenas o índice de Barthel está validado para a população portuguesa. Quanto a critérios de qualidade, uma escala apresenta fiabilidade para o acidente vascular cerebral. A maioria das escalas apresenta boa correlação com outras escalas de avaliação da autonomia.

Palabras clave : Medição em saúde; Escalas; Autonomia; Atividades da vida diária.

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