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GE-Portuguese Journal of Gastroenterology

versão impressa ISSN 2341-4545

Resumo

CRAVO, Marilia et al. Manejo do cancro do reto: os tempos estão a mudar. GE Port J Gastroenterol [online]. 2014, vol.21, n.5, pp.192-200. ISSN 2341-4545.  http://dx.doi.org/10.1016/j.jpg.2014.06.003.

Cerca de um terço de todos os tumores coloretais estão localizados no reto. Desde há longa data que é reconhecido que os tumores do reto têm um comportamento diferente dos tumores do cólon, nomeadamente em termos de recidiva local. Por este motivo, foram desenvolvidos protocolos específicos para manejar esta doença, tanto em termos de estadiamento como em termos de tratamentos neoadjuvantes e adjuvantes. A ressonância magnética é agora obrigatória como método de estadiamento. Por outro lado, a quimioradioterapia preoperatória é recomendada na grande maioria das neoplasias localmente avançadas com vantagens óbvias no downstaging e downsizing dos tumores tratados, permitindo por vezes procedimentos cirúrgicos com conservação do aparelho esfincteriano. A excisão do mesoreto é a regra na cirurgia destes tumores. Apesar destes avanços, continuam a existir questões para as quais não existe uma resposta clara, nomeadamente a utilização de protocolos neoadjuvantes em tumores do terço inferior e precoces com o intuito de realizar uma resseção local bem como a utilidade de re-estadiar estes tumores depois da terapêutica neo-adjuvante. De facto, a resposta à terapêutica preoperatória poder-se-á tornar um fator decisivo na implementação de protocolos de terapêutica individualizada. Finalmente, estudos recentes também levantam a questão de alguns dos doentes selecionados para terapêutica neo-adjuvante estarem a ser sobretratados. Na atual revisão, tentámos rever de forma crítica os avanços recentes utilizados no estadiamento e tratamento estas neoplasias e que atualmente ainda não estão incorporados nas recomendações publicadas.

Palavras-chave : Cancro do reto; Tratamento multimodal; Terapêutica individualizada.

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