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Psicologia, Saúde & Doenças

versão impressa ISSN 1645-0086

Resumo

SILVA, Sofia; PIRES, António; GONCALVES, Mónica  e  MOURA, Maria de Jesus. Cancro infantil e comportamento parental . Psic., Saúde & Doenças [online]. 2002, vol.3, n.1, pp.43-60. ISSN 1645-0086.

Procurou construir-se uma teoria sobre o comportamento de pais de crianças com cancro. Os participantes são oito mães e um pai de crianças com cancro diagnosticado entre os oito meses e os dez anos de idade. Foram feitas entrevistas semiestruturadas, codificadas e analisadas segundo o método Grounded Theory. Quatro das entrevistas tinham sido realizadas anteriormente por Gonçalves (2000). A partir do momento do diagnóstico, a maior preocupação dos pais é o medo da morte da criança e a incerteza inerente, que se traduz num choque, é inexplicável, permanente, invasiva, e que os pais procuram ocultar. Perante este receio, os pais desenvolvem uma estratégia fundamental - a centralização na criança. A criança doente torna-se o centro da dinâmica familiar, exigindo novos recursos e competências ao papel parental: apoio conjugal ou de terceiros, estratégias de minimização do sofrimento, a focalização das atenções no filho doente, procurar viver um dia de cada vez e do modo mais aproximado da normalidade possível.

Palavras-chave : Cancro infantil; Comportamento parental; Grounded Theory.

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