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Ex aequo

versão impressa ISSN 0874-5560

Resumo

TAJAFUERCE, Begonya Saez. O Feminismo e/no/seu plural. Ex aequo [online]. 2020, n.42, pp.73-85. ISSN 0874-5560.  http://dx.doi.org/10.22355/exaequo.2020.42.0474.

Recentemente, o Feminismo foi declarado um fenómeno de massas e parece que, dessa forma, se lhe atribui um caráter plural. Mas de que plural se fala quando o sujeito são as massas? De acordo com a noção filosófica de das Man, a Massa serve a indiferença e, portanto, assume o papel de sujeito paradigmático do neoliberalismo, do fascismo e do populismo de direita. A lógica da Massa é a Lógica do Um. Por contraste, a diferença torna outra lógica operacional, a lógica do Plural, uma lógica relacional que possibilita o que é novo, o inesperado e o improvável. Dado o seu caráter complexo, radicalmente material e não discursivo, o Corpo concretiza essa verdadeira transformação através da diferença sexual. Levando-se em conta o Corpo, isto é, tendo especificamente em conta a diferença, tanto em termos ontológicos quanto epistemológicos e ético-políticos, o feminismo pode-se tornar o antídoto contra a lógica totalitária do Um.

Palavras-chave : Feminismo; neoliberalismo; pluralidade; diferença sexual; lógica relacional.

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