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Medicina Interna

Print version ISSN 0872-671X

Abstract

TAULAIGO, Anna; PEDRO, Bárbara; MARIANO, Marisa  and  NUNES, Ana Paiva. Diferenças de Género no Tratamento de Fase Aguda do Acidente Vascular Cerebral Isquémico. Medicina Interna [online]. 2020, vol.27, n.3, pp.16-25. ISSN 0872-671X.  http://dx.doi.org/10.24950/O/34/20/3/2020.

Introdução: Na abordagem personalizada do acidente vascular cerebral (AVC) é importante definir se existem diferenças de género relativamente às caraterísticas clínicas, tratamento de fase aguda e resultados. Material e Métodos: Estudo longitudinal retrospetivo que incluiu doentes com AVC isquémico admitidos na Unidade Cerebro  Vascular, durante 30 meses, tratados com trombectomia com ou sem trombólise prévia, com o objetivo de avaliar diferenças de género. Resultados: De 594 doentes, 50% eram mulheres apresentando, à admissão, idade mediana maior (78 vs 73 anos), maior pontuação na escala modificada de Rankin (mRS) e na National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS). Não houve diferenças no tipo de tratamento, no tempo mediano entre o início dos sintomas e tomografia computadorizada (TC), entre o tempo TC-trombólise ou na eficácia da revascularização. A disabilidade expressa pelo valor de mRS e a mortalidade aos 3 meses foram sobreponíveis entre géneros. Mais mulheres sofriam de fibrilhação auricular (FA) (51% vs 35%), no entanto menos mulheres com FA conhecida recebiam terapêutica anticoagulante antes do evento, comparativamente aos homens 38% vs 52%). Discussão: Apesar das mulheres apresentarem idade mais elevada e maior grau de dependência, não existiram diferenças de género na eficácia do tratamento de fase aguda nem nos resultados a médio prazo. Conclusão: No género feminino, a idade não deve constituir uma limitação à realização de terapêutica de fase aguda do AVC.

Keywords : Acidente Vascular Cerebral/tratamento farmacológico; Factores Sexuais; Isquemia Cerebral/tratamento farmacológico.

        · abstract in English     · text in English     · English ( pdf )

 

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