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Análise Psicológica

versão impressa ISSN 0870-8231

Resumo

SIMOES, Sónia Catarina Carvalho; FILIPE, Filipa Nunes Vicente Filipe de Oliveira  e  FARATE, Carlos Manuel da Cruz. Qualidade da vinculação percebida por mães e crianças em idade escolar provenientes de diferentes tipos de família. Aná. Psicológica [online]. 2014, vol.32, n.3, pp.289-306. ISSN 0870-8231.  http://dx.doi.org/10.14417/ap829.

A literatura tem referido que as crianças de famílias nucleares apresentam uma vinculação mais segura comparativamente às de famílias monoparentais ou reconstituídas. Foram objetivos deste estudo investigar a qualidade da vinculação em crianças em idade escolar pertencentes a famílias nucleares, monoparentais e reconstituídas e observar a convergência entre perceção materna dos comportamentos de vinculação e representação da qualidade de vinculação das crianças. É um estudo transversal, com 168 crianças dos 8 aos 11 anos (M=9.17) e respetivas mães. O protocolo de investigação incluiu o Separation Anxiety Test (SAT) e a Escala de Perceção Materna do Comportamento de Vinculação da Criança (PCV-M). Os resultados mostram não haver convergência significativa entre a perceção materna dos comportamentos de vinculação e a representação da vinculação pela criança. Somente nas famílias monoparentais houve diferenças no comportamento base segura do PCV-M em função da representação da vinculação da criança (segura/insegura). Não se observou uma associação entre o tipo de família e a representação da vinculação da criança, nem diferenças na perceção materna dos comportamentos de vinculação entre os diferentes tipos de família. Em conclusão, a qualidade da vinculação das crianças não varia em função do tipo de família, mesmo se há uma baixa convergência entre as perspetivas de mães e filhos em relação à qualidade do comportamento de vinculação destes últimos.

Palavras-chave : Vinculação; Crianças em idade escolar; Tipo de família; Separation Anxiety Test.

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