Scielo RSS <![CDATA[Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher]]> http://www.scielo.mec.pt/rss.php?pid=0874-688520180001&lang=pt vol. num. 39 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.mec.pt/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.mec.pt http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100001&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[<b>Carta tardia a Isabel</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100002&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[<b>Carta última a Maria Isabel Barreno</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100004&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[<b>A Multiplicidade do Eu</b>: <b>Construção de identidade feminina em Maria Isabel Barreno</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100005&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este trabalho visa identificar processos de construção de identidade feminina desenvolvidos na obra de Maria Isabel Barreno. As nossas leituras serão orientadas por teorias de enunciação desenvolvidas em primeira instância por J. L. Austin e posteriormente debatidas por John Searle e Judith Butler. Neste processo abordaremos espaços tradicionalmente relacionados com o feminino e consideraremos o corpo da mulher como o espaço sobre o qual se trava a luta por autodefinição.<hr/>This article aims to identify processes of feminine identity in the work of Maria Isabel Barreno. Our reading will be guided by the theoretical work of J.L. Austin, further developed by John Searle and Judith Butler. Our work will address traditional feminine spaces and will consider the female body as the occupied space over which self-identity must be constructed. <![CDATA[<b>Uma cartografia do feminismo pós-colonial e decolonial (Mohanty, hooks, Vergès)</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100006&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt La disparité géographique et les interruptions temporelles dans l'histoire des sociétés postcoloniales appellent à mettre en question l'universalité des catégories du féminisme occidental, le sens des différences et leur importance en tant qu'enjeu essentiel pour notre modernité politique. Les mouvements féministes occidentales ont tendance à produire un sujet politique, Nous les femmes, qui nivèle la multiplicité des expériences de sexisme vécu par les femmes sur une expérience type. Dans cet article nous nous proposons d'explorer quelques aspects symptomatiques concernant la question des sujets féministes aujourd'hui.<hr/>Geographical disparity and temporal interruptions in the history of post-colonial societies call into question the universal character of the categories of Western feminism, the meaning of the differences and their importance as an essential issue for our political modernity. Western Feminist movements tend to produce a political subject, We the Women, which levels the variety of the ways women experience sexism, by referring it to a single model experience. In this article we propose to explore some symptomatic aspects concerning the issue of Feminist subjects today.<hr/>A disparidade geográfica e as interrupções temporais na história das sociedades pós-coloniais põem em questão o carácter universal das categorias do feminismo ocidental, o sentido das diferenças e a sua importância enquanto questão essencial da nossa modernidade política. Os movimentos feministas ocidentais tendem a produzir um sujeito político, Nós as Mulheres, que nivela a multiplicidade de experiências de sexismo, referindo um único modelo singular. Neste artigo propomo-nos explorar alguns aspectos sintomáticos que referem hoje a questão dos sujeitos feministas. <![CDATA[<b>O pensamento feminista de Maria Teresa Horta na revista Mulheres (1978-1989)</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100007&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O presente estudo analisa a produção jornalística de Maria Teresa Horta na revista Mulheres. A publicação singular na história da imprensa portuguesa pelo cariz feminista, foi um dos grandes projetos profissionais de Maria Teresa Horta. O mapeamento do pensamento feminista da autora, vertido na revista, conduziu à identificação de três grandes eixos categoriais: a crítica social, a crítica da cultura e dos média e a defesa de uma cultura feminina, plasmada numa identidade própria na vivência política e na criação artística e literária.<hr/>This study analyzes the journalistic work of Maria Teresa Horta in Mulheres magazine. Mulheres, whose feminist approach renders it a singular status among the Portuguese press, was one of the greatest professional projects of Maria Teresa Horta. Three main themes can be identified through mapping Horta's feminist thought, embedded in the magazine: the social critic; the cultural and media critic; and the defenseof a specific feminine culture and identity, claimed by the journalist to be identifiable across political action and artistic and literary creation. <![CDATA[<b>Mulheres doutoras nas universidades portuguesas (1926-1960)</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100008&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Procura-se neste trabalho encarar o primeiro arranque de doutoramentos femininos nas Universidades portuguesas, interpretar a sua lenta afirmação e a sua relativa continuidade por cerca de três décadas e meia, com especial incidência nas ciências exactas e na Universidade de Lisboa; e, a fechar, o porquê da sua atenuação na década de 1960.<hr/>This paper aims to face the first female PhDs in Portuguese universities, interpret his slow statement for about three and a half decades, with special incidence in the exact sciences and at the University of Lisbon; and, to close, why his attenuation in the 60s. <![CDATA[<b>Que papel de parede? Uma leitura do conto “O Papel de Parede Amarelo” de Charlotte Perkins Gilman</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Rede Ma(g)dalena Internacional</b>: <b>Teatro das Oprimidas</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>(Des)Fazer género, (des)construir futuros. Diálogos sobre linguagem inclusiva e literacia crítica mediática</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100011&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Maria Graciete Besse</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100012&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Teresa Fragoso</b>: <b>Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100013&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Fatumata Djau Baldé</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100014&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Shahd Wad. </b><b>Acontecer na fronteira</b>: <b>ser uma mulher da Palestina em Lisboa</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100015&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Maria Arminda Lopes Pereira Santos</b>: <b>A vida é os dias que nos lembramos</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100016&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Maria do Mar Pereira</b>: <b>As (Não) Singularidades de uma Rapariga Emigrada</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100017&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Linda Nochlin</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100018&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Moda e feminismos em Portugal. O género como espartilho. Histórias de vida</b>: <b>Duarte, C. L. (2017). Lisboa: Círculo de Leitores, Temas e Debates, 406 pp.</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100019&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>POESIS</b>: <b>Horta, M. T. (2017). Lisboa: Dom Quixote, 256 pp.</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100020&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery. <![CDATA[<b>Eu matei Sherazade: Confissões de uma mulher árabe em fúria</b>: <b>Haddad, J. (2017). Lisboa: Sibila Publicações, 166 pp.</b>]]> http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0874-68852018000100021&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Desde a sua primeira publicação em 1892, “O Papel de Parede Amarelo” tem sido alvo de diversos estudos. No século XIX foi entendido como uma descrição de insanidade. E a partir dos anos 70 do século passado, as análises feministas do conto procuraram evidenciar as condições sociais e económicas que conduzem as mulheres à loucura. O presente estudo foca-se na duplicidade narrativa do texto, interpretada enquanto metáfora do estado interno da narradora. E questiona até que ponto aquilo que parece a perda da saúde mental poderá ser exactamente a sua recuperação.<hr/>From its first edition in 1892, “The Yellow Wallpaper” has been subject of several studies. In the nineteenth century it was understood as a description of insanity. And from the 1970s onwards, feminist analysis of the tale sought to emphasize the social and economic conditions that drive women to madness. The present study focuses on the narrative duplicity of the text, interpreted as a metaphor of the internal state of the narrator. Furthermore, it questions the extent to which what appears to be the loss of mental health might exactly be its recovery.